No contexto escolar atual, é
impensável fazermos algumas tarefas sem a ajuda de um computador. Pilhas
de cadernos, agendas e planilhas de papel foram substituídas por
arquivos no computador, que facilitam o fechamento de notas, o controle
de presenças, a emissão do histórico dos alunos, etc. Provas são
ricamente elaboradas com o uso de softwares, internet e editores de
texto. Chega um momento, porém, em que a presença de alguns recursos
tecnológicos deve deixar de ser imprescindível apenas no espaço
administrativo e ocupar seu lugar onde será mais útil e mais ricamente
aproveitada: a sala de aula.
Os recursos tecnológicos na escola
É
evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas
"tradicionais", ou seja, aulas expositivas nas quais são utilizados
apenas o quadro-negro e o giz. O aprender por aprender já não existe:
hoje, os alunos precisam saber para que e por que precisam saber
determinado assunto. Essa é a típica aprendizagem utilitária, isto é, só
aprendo se for útil, necessário para entrar no mercado de trabalho,
visando ao retorno financeiro. A internet invade nossos lares com todas
as suas cores, seus movimentos e sua velocidade, fazendo o impossível
tornar-se palpável, como navegar pelo corpo humano e visualizar a Terra
do espaço sem sair do lugar. É difícil, portanto, prender a atenção do
aluno em aulas feitas do conjunto lousa + professor.
Fonte: Grupo A por Renata Beduschi de Souza
Uso das novas tecnologias em sala de aula
A
tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem
trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a
educação, o Google Play for Education –
que será lançado no segundo semestre, sendo a versão em português ainda
sem data de lançamento. A finalidade é auxiliar professores que buscam
atividades educacionais com tecnologia. O programa faz uma peneira por
disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos
para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em
que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a
participação.
Hoje,
com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura
para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e
eficientes. A ideia não é abandonar o quadro negro, mas usar das novas
tecnologias em sala de aula.
Fonte: Gazeta do Povo | Educação e Mídia
Sistema Multimídia Interativo - SMI
Prêmio Salão Design Casa Brasil 2013
No
mundo digital em que vivem hoje crianças, jovens e adultos, os recursos
de mídia são utilizados diariamente, integrando cada vez mais as
pessoas com os recursos da internet. Pensando nisso, o SMI foi
desenvolvido para que com o auxílio da tecnologia, palestras ou aulas
possam se tornar mais atraentes e interativas, fazendo com que os
participantes tenham um interesse maior no conteúdo apresentado. O SMI é
uma lousa digital com projetor e um microcomputador integrados. É como
um monitor gigante onde o apresentador acessa as informações diretamente
na tela de projeção através de uma caneta eletrônica, que possui um
botão de função semelhante ao botão direito do mouse.

Os
conteúdos de uma palestra ou aula podem ser acessados diretamente de um
CD óptico, pendrive ou mesmo da Internet. As palestras ou aulas podem
ser personalizadas durante a sua apresentação e armazenadas para um
posterior acesso. Como exemplo é possível citar uma aula sobre
Filosofia, onde o palestrante poderá apresentar um conteúdo inserido no
SMI através de um pen drive e ao mesmo tempo fazer uma pesquisa na
internet sobre o Filósofo Francês Jean Paul Sartre, complementando e
enriquecendo a palestra com textos, imagens e filmes que podem ser
acessadas em tempo real e até armazenadas para posterior discussão.

Existe
ainda, a possibilidade de realização de uma gama enorme de outras
atividades, que poderão ser realizadas com o SMI como: ensino de
idiomas; capacitação à distância de alunos, professores e outros
profissionais; exibição de filmes e programas em diversos formatos;
realização de reuniões por videoconferência; realização de diversas
experiências de laboratórios simuladas na internet e ainda pode ser
utilizado como uma lousa convencional com canetas para quadro branco.

Resistente
e de fácil manutenção o SMI possui dispositivos antifurto e
antivandalismo que permite seu uso de forma intensa. Contém um
reservatório chaveado que permite guardar os elementos móveis como um
teclado sem fio. Possui videocâmera incorporada à estrutura para evitar
furto e sistema de potencialização de som composto por 02 caixas
acústicas e 01 amplificador, com um microfone auricular do tipo headset
sem fio, permitindo o posicionamento do apresentador da forma mais
didática possível e também preservando a sua voz. Também possui TV
digital e analógica e possibilidade de conexão de TV à cabo.
Num
mundo contemporâneo marcado pela globalização é preciso se adaptar e
utilizar as novas tecnologias em favor do conhecimento, reforçando
assim, um pensamento do Filósofo francês Jean Paul Sartre mencionado
acima: “O homem precisa se inventar todos os dias”.
Breve História da Empresa e dos Autores
A Oppitz Soluções Tecnológicas é uma empresa do Grupo Cequipel e
foi fundada no ano de 2000 pelo atual Diretor Mauricio Oppitz ocasião
em que iniciou Paulo Joel Telles, atual Gerente de Produtos, com o
objetivo de criar uma Carteira Escolar Informatizada. Com o transcorrer
do tempo outros itens foram desenvolvidos e incorporados à linha de
produtos da empresa, como Terminais de Autoatendimento.
Em
2005 o Designer Clécio Zeithammer ingressa na empresa com o objetivo de
contribuir e auxiliar no desenvolvimento de novos produtos. Hoje é o
Coordenador de Design de um departamento da empresa chamado de DDI
(Departamento de Desenvolvimento Industrial). Em 2011 a empresa ganhou o
Prêmio Indústria na categoria Móveis Institucionais com a Carteira Escolar Informatizada denominada “Desk One” no Concurso Salão Design Casa Brasil.
Sendo
assim e como o próprio nome da empresa anuncia a Oppitz foi criada para
desenvolver Soluções Tecnológicas e dessa forma vem trabalhando e
norteando suas atividades até os dias de hoje.
Fonte: Maurício Oppitz